Rede da ortodontia com magnetos – Lya Botler

Baseado em ROGÉRIO CEZAR DE CERQUEIRA LEITE (artigo publicado na Folha de São Paulo – Opinião – 23/09/2004)

O conceito de rede surgiu em meados dos anos 60, quando o governo americano, procurando estimular a pesquisa em certos materiais, mais precisamente em semicondutores compostos III-V, além de privilegiar certos laboratórios localizados em Universidades e em outras instituições, forneceu meios para facilitar o intercâmbio de idéias entre eles (e otimizar o uso compartilhado de equipamentos), pois reconhecia que trocas intelectuais entre pesquisadores eram essenciais.

Ora, se essas são as razões fundamentais para a criação de redes, ninguém pode deixar de reconhecer que esse objetivo é muito mais amplamente atingido com a redução das distâncias e de outros óbices a uma efetiva interação entre os parceiros.

E isso ocorre se os pesquisadores estiverem juntos em uma mesma instituição, e não espalhados em uma rede. Qualquer benefício que possa ocorrer com a formação de redes será imensamente ampliado na constituição de uma unidade centralizada de pesquisas.

O ideal é que um instituto onde o conhecimento especializado alcance grande concentração, ou seja, massa crítica, atue como âncora para uma rede formada por grupos de pesquisa já estabilizados, distribuídos geograficamente, que realizem uma atividade de difusão científica e tecnológica, além de pesquisas próprias.

 

Em virtude de solicitações recentes sobre o emprego da tecnologia  magnetos na ortodontia e tratamento de apneia do sono, estou iniciando a rede de magnetos em ortodontia afim de divulga-la por esta via  e torna-la acessível ao publico interessado. Lya Botler.