Chan ASL1,2, Sutherland K1,2,3, Cistulli PA1,2,3.

 

Introdução: A apnéia obstrutiva do sono (OSA) é uma condição crônica que requer um modelo abrangente de gerenciamento de doenças crônicas, em vez de uma abordagem focada em dispositivos, de modo a alcançar os melhores resultados de saúde possíveis.
Os aparelhos orais são a principal alternativa à pressão contínua positiva das vias aéreas (CPAP) para o tratamento da OSA.
Houve uma expansão das evidências de pesquisa para apoiar o uso de aparelhos orais na prática clínica e o uso clínico de aparelhos orais para o tratamento da OSA tornou-se uma prática convencional. Áreas abrangidas: Esta revisão resume a base de evidências para o uso de aparelhos orais para o tratamento da OSA. Os tipos de aparelhos orais; seu mecanismo de ação e eficácia clínica para o tratamento da OSA; efeitos adversos e o impacto na aceitabilidade do paciente e na adesão ao tratamento; e a eficácia clínica e os desfechos de saúde são discutidos.
Opinião de especialista: A personalização do tratamento é de vital importância na OSA e é um pré-requisito para otimizar a adesão ao tratamento que, por sua vez, é um determinante fundamental da eficácia clínica. O tratamento da OSA com talas de avanço mandibular poderia proporcionar um benefício de saúde equivalente ao CPAP, apesar de não conseguir uma normalização completa dos índices polissomográficos, mediado por diferenças nos perfis de adesão.

 

 

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