[slideshow_deploy id=’243′]

Kim AM1 Keenan BT1, Jackson N1, Chan EL1, Staley B1, Poptani H2, Torigian DA2, Pack AI3, Schwab RJ3.

OBJETIVOS

O objetivo deste estudo foi determinar se língua adiposa é aumentada em obesos com apneia do sono em comparação com indivíduos obesos sem apneia do sono.
Formulamos a hipótese que o excesso de gordura é depositado na língua em pacientes obesos com apneia do sono.

Metodologia

PACIENTES:

Nós examinamos a língua adiposa  em 31 pacientes controle obesos (índice de apneia-hipopneia, 4,1 ± 2,7 eventos/h) e 90 portadores de apneia  obesos (índice de apneia-hipopneia, 43,2 ± 27,3 eventos/h).
As análises foram repetidas em uma subamostra de 18  pacientes sexo, raça, idade e IMC-correspondido pares de caso-controle.

INTERVENÇÕES:

Todos foram submetidos  a uma ressonância magnética com três pontos Dixon de ressonância magnética.
Usamos na reconstrução volumétrica sofisticados algoritmos para estudar o tamanho e a distribuição dos depósitos de gordura das vias aéreas superiores dos músculos da língua e masseteres dentro apneicos e controles obesos.

 

MEDIÇÕES E RESULTADOS:

Dados suporte a priori: ajuste para idade, IMC, gênero e raça, a língua em apneicos foi significativamente maior (P = 0,001) e teve um aumento da quantidade de gordura (P = 0,002) comparados aos controles
Resultados semelhantes foram vistos em nossa amostra correspondente.
Nossos dados demonstram também que, entre a língua d apneicos e normais existem diferenças regionais na distribuição de gordura, com os maiores depósitos de gordura na base da língua.

 

CONCLUSÕES:

Existe um incremento de volume e deposição de gordura na base da língua em apneicos  comparada coma amostra de controle. O incremento de gordura na língua pode explicar a relação entre obesidade e apneia do sono

 

 

 

Teleodontologia: diagnóstico  a distancia de  problemas de saúde bucal usando e-mails.
Se J E saúde. Fevereiro de 2013; 2:117-21. doi: 10.1089/tmj.2012.0087. 28 de janeiro ePub 2013.

Torres-Pereira CC1 Morosini Ide A, Possebon RS, Giovanini AF, Bortoluzzi MC, Leão JC, Piazzetta CM.

OBJETIVO:

O objetivo deste estudo foi avaliar a aplicabilidade de telediagnose em medicina oral, através da transmissão de imagens Digitas clínicas por e-mail.

Metodologia

A amostra incluiu 60 pacientes que buscavam serviços de medicina oral na Universidade Federal do Paraná, no estado do Paraná, localizado no sul do Brasil.
A história clínica e imagens de lesão oral foram gravadas usando fichas electrónicas clínicas e uma câmera digital, respectivamente e enviados a dois consultores de medicina oral. Aos  consultores foram fornecidas um limite de duas hipóteses clínicas para cada caso, que foram comparados com resultados de biópsia que serviram como o padrão-ouro.

RESULTADOS:

Em 31 dos 60 casos (51,7%), ambos consultores fizeram o  diagnóstico correto; em 17 casos (28,3%), apenas um consultor fez o diagnóstico correto; e em 12 casos (20%), nenhum consultor fez o diagnóstico correto. Portanto, em 80% dos casos, pelo menos, um consultor fez o diagnóstico correto. O acordo entre o primeiro consultor e o padrão-ouro foi substancial (?= 0.669), e o acordo entre o segundo consultor e o padrão-ouro foi justo (?= 0.574).

CONCLUSÕES:

O uso da tecnologia da informação pode aumentar a precisão de consultas odontologia. Como esperado, a participação de dois peritos remotos aumentou a possibilidade de diagnóstico correto.

PMID: 23356381 [PubMed – indexado para o MEDLINE] PMCID: PMC3576903 Free PMC artigo