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Luo R1, E de Schaughency, Gill, AI, Dawes PJ, Galland BC.

 

FINALIDADE:

 

Objetivo: examinar o histórico dos sintomas de ronco e associados em uma amostra da comunidade de Nova Zelândia crianças entre três e sete anos de idade.
Identificar fatores associados com ronco habitual na idade de sete anos.

MÉTODOS: Pais das crianças (n = 839) que completaram a pesquisa de comunidade sobre o sono da sua criança e respiração com três anos de idade foram re-contactados via correio quatro anos mais tarde quando as crianças tinham sete anos.
Os pais foram convidados a preencher um questionário de acompanhamento que incluía itens relacionados com sono do seu filho, saúde da família e informações demográficas.
Havia um 54,8% (n = 460) taxa de resposta.

 

RESULTADOS:

 

No seguimento, ronco habitual foi predominante em 9,2% da amostra, semelhante aos 11,3% na idade de três anos. No entanto, o status de ronco habitual alterado ao longo do tempo onde 36,2% (n = 21/58) permaneceram roncadores habituais; 63.8% (n = 37/58) já não foi ronco habitual, enquanto 5,3% (n = 21/397) tinham começado o ronco habitual desde a pesquisa inicial.

Em geral, a severidade relatada de sintomas relacionados com o SDB diminuiu ao longo do tempo, independentemente do estado inicial de ronco habitual.
No entanto, o ronco habitual no seguimento foi significativamente associado com respiração bucal, dormir com o pescoço estendido, suando em bicas, acordar de noite e irritabilidade da criança segundo relato do pai.

 

CONCLUSÕES.

 

Nossas descobertas realçam a natureza dinâmica da SDB, onde ronco habitual e sintomas relacionados podem se desenvolver, permanecem presentes ou resolver em momentos diferentes, durante a infância.

Dada a natureza dinâmica do ronco habitual ao longo dos anos da infância, os pediatras devem continuar o acompanhamento para ronco e apneia do sono em uma base anual durante a infância.

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Acta Odontol Tuberculoid 2015 20:1-6 de abril.
Ikävalko T1, M Närhi, Lakka T, Myllykangas R, Tuomilehto H, Vierola A, Pahkala R.

 

OBJETIVO:
A utilização da fotografia da vista lateral da face para avaliar propriedades morfológicas (ou seja, convexidade facial) como um fator de risco para respiração desordenada do sono (SDB) em crianças .
Propiciar a profissionais de saúde de outras áreas poderem discernir visualmente o perfil lateral da face através desta  ferramenta.

MATERIAIS E MÉTODOS:
A amostra do presente estudo consistiu de 382 crianças 6-8 anos de idade, que foram participantes na atividade física e nutrição no estudo de crianças (pânico).
O Sono foi avaliado por um questionário de sono administrado pelos pais.
SDB foi definida como Síndrome, frequente ou ronco alto ou respiração  bucal noturna observada pelos pais.
A convexidade facial foi avaliada com três métodos diferentes.
Em primeiro lugar foi avaliada clinicamente pelo ortodontista a referência (T.I.).
Segundo:Vista lateral, fotografias foram tiradas para visualmente subdividir o perfil facial convexo, normal ou côncavo.As fotografias foram examinadas por um ortodontista de referência e sete diferentes profissionais de saúde que trabalham com crianças e também por um estudante de odontologia.
As consistências de Inter – e intra-examinador foram calculadas pela estatística de Kappa.
Três marcos de tecidos moles do perfil facial, tecidos moles glabela (G’), Subnasale (Sn) e tecidos moles pogônio (Pg’) foram identificados digitalmente para analisar a convexidade da face e intra-examinador reprodutibilidade do ortodontista.
A referência foi determinada através do cálculo de coeficientes de correlação intra-classe (CIEC).
A terceira maneira de expressar a convexidade da face era para calcular o ângulo de convexidade facial (G ‘- Sn – Pg’) e para agrupá-lo em quintiles. Para análise do quintil mais baixo (?164.2 °) foi definido para representar o perfil facial mais convexo.

RESULTADOS:

A prevalência do SDB em crianças com os perfis mais convexos expressadas com o quintil mais baixo do ângulo G ‘- Sn – Pg’ (?164.2 °) foi quase duas vezes (14,5%) em comparação com aqueles com perfil normal (8,1%) (p = 0.084).
Os valores de Kappa inter examinador entre o ortodontista de referência e os outros examinadores para avaliar visualmente o perfil facial com as fotografias que variou de pobre a moderada (0.000-0.579).
Os melhores valores de Kappa foram alcançados entre os dois ortodontistas (0.579).
O valor de Kappa intra-examinador do ortodontista de referência para avaliar os perfis foi 0.920, com o acordo de 93,3%.
A ICC e sua IC 95% entre as duas medidas digitais, os ângulos de convexidade do perfil facial (G ‘- Sn – Pg’) o ortodontista de referência foram 0.980 e 0.951-0.992.
CONCLUSÃO:

Além de ortodontistas, seria vantajoso se também outros profissionais de saúde podem desempenhar um papel fundamental na identificação de certas características de risco para SDB.
No entanto, os presentes resultados indicam que, a fim de reconhecer o risco morfológico para SDB, se faz mister um treinamento apurado e conhecimento suficiente do crescimento e desenvolvimento da face.